As vezes desconfio do amor. Não por insegurança. É uma questão de observação, percepção, cuidado.
Então, quando vejo, estou atenta.
As vezes desconfio de mim. Dos meus limites, do meu querer, dos meus medos e conclusões.
Então, quando vejo, os ultrapasso.
As vezes desconfio de você. Do que sentes, do que ve, do que diz.
Então, quando vejo, eu já 'desliguei a razão na tomada'. E, simplesmente, me levo pra perto, me levo contigo, me levo comigo, me levo pra onde, me levo no ritmo, me levo, não ligo, não paro. Me faltam argumentos convincentes.
Então, quando vejo, estou atenta.
As vezes desconfio de mim. Dos meus limites, do meu querer, dos meus medos e conclusões.
Então, quando vejo, os ultrapasso.
As vezes desconfio de você. Do que sentes, do que ve, do que diz.
Então, quando vejo, eu já 'desliguei a razão na tomada'. E, simplesmente, me levo pra perto, me levo contigo, me levo comigo, me levo pra onde, me levo no ritmo, me levo, não ligo, não paro. Me faltam argumentos convincentes.
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